"Nosso objetivo é divulgar o FasterEFT, metodologia criada pelo americano Robert G. Smith como um processo de cura simples, efetivo e revolucionário."
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

O que as memórias fazem (ou não) por nós !

FasterEFT é um recurso para que possamos mudar nossa percepção do que chamamos realidade. A nossa percepção é feita de uma “jeito” muito pessoal. O “jeito” de vermos o mundo é pautado por múltiplos fatores que abrangem aspectos genéticos, nossa história de vida e a cultura em qual estamos inseridos.
Nossa percepção tem como um dos seus elementos constitutivos a memória. Ou seja, eu vivo influenciando e me deixando influenciar pelo mundo. As minhas experiências, consciente ou não vão sendo guardadas através daquilo que chamamos memória, que é a lembrança de uma evento. Este evento estará associado a emoções, afetos, sensações que, a depender de sua intensidade, positiva ou negativa determinarão a maneira que eu me lembro de algo, e se eu considerei aquela experiência positiva ou negativa.
Se dada experiência foi percebida como negativa, muito provavelmente, tudo que consciente ou inconscientemente me faz rememorar o evento original faz com que eu reviva as mesmas emoções, sentimentos, sensações e opiniões.
Não é de se espantar que na nossa tentativa de evitar sentir aquela experiência novamente nós acabemos nos privando de inúmeras oportunidades, experiência e relacionamentos que potencialmente poderiam ser positivas. Mas meu medo faz com que eu evite qualquer coisa, situação ou pessoa que faça eu voltar na memória.
Ocorre que quanto mais eu evito algo, mais ela se torna presente. Eu me transformo num especialista do problema, assim que acredito que terei mais recursos para evitá-lo. E assim acabamos nos tornando um magneto para o mesmo problema.
O que o FasterEFT propõe é fazer com que o registro do evento mude, que os elementos associados à memória se “desgrudem” dela. Se a memória é minha, eu tenho o poder de lembrar da maneira que for melhor para mim. Como diz Robert G. Smith: “Memórias mal enterradas, permanecem vivas”.


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